NACIONAL

56ª ASSEMBLEIA GERAL DA CNBB

Dom Odelir: “O Igrejas Irmãs é ação de sensibilidade com as dioceses que mais precisam”

Por CNBB
14 de abril de 2018

“A experiência do projeto se alargou além da cooperação entre as dioceses brasileiras. Outros países como Moçambique, Guiné-Bissau, Costa do Marfim e Haiti também recebem essa colaboração”.

Durante entrevista coletiva, nesta sexta-feira (13), no terceiro dia da 56ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil (CNBB), o bispo de Chapecó e membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária, dom Odelir José Magri, falou à imprensa sobre o projeto ‘Igrejas Irmãs’ e a ‘Ação Missionária’ da Igreja no Brasil. Segundo o bispo, as realidades das dioceses brasileiras são muito diferentes, sobretudo as da regiões da amazônia e nordeste que sofrem por falta de recursos materiais e humanos fazendo necessária uma maior ação da Igreja.

“O projeto Igrejas Irmãs é uma ação de sensibilidade com as dioceses que mais precisam de ajuda. Essa é uma iniciativa que a Igreja traz no coração, pois ela é por natureza missionária. Na atualidade o projeto Igrejas Irmãs ganha novas dimensões a partir da necessidade de retomar o esforço da solidariedade e comunhão”, relatou dom Odelir. O bispo declarou ainda que “a experiência do projeto se alargou além da cooperação entre as dioceses brasileiras. Outros países como Moçambique, Guiné-Bissau, Costa do Marfim e Haiti também recebem essa colaboração”.

Histórico – O projeto Igrejas Irmãs surgiu em 1972 quando a CNBB passou a refletir as dificuldades relatadas por alguns bispos e mais de 40 dioceses se propuseram a ajudar mais de perto essas realidades. No início, o projeto focava as igrejas da amazônia e nordeste que apresentavam necessidades mais desafiadoras. Quinze anos após o lançamento da iniciativa, mais de 100 dioceses do Brasil eram atendidas pela iniciativa recebendo padres, religiosos e leigos.

Em novembro 2016, por uma solicitação da CNBB, foi realizado um encontro em Belém (PA), com mais cem participantes, para avaliar a caminhada do projeto que ultrapassava 40 anos de atividades. O encontro também foi um espaço para renovar o espírito missionário do projeto que ainda hoje continua urgente.

Para pesquisar, digite abaixo e tecle enter.