Estádio do Nacional: patrimônio histórico do futebol paulista

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16 de janeiro de 2018

Após 14 anos driblando as empreiteiras, que fizeram inúmeras ofertas para adquirir seu valorizado terreno no bairro da Água Branca, na zona Oeste da Capital Paulista, o Nacional Atlético Clube teve a arquibancada coberta e o gramado de seu estádio, Nicolau Alayon, tombados pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp), no fim de 2017. 

Histórico

O Estádio Nicolau Alayon também é conhecido como Comendador Souza, devido o nome de uma das ruas que dá acesso às suas dependências. 

Em 1919, o então superintendente da antiga São Paulo Railway (SPR), Arthur Owen, cedeu uma grande área do terreno próximo à atual estação Água Branca da CPTM para instalação do campo de esportes, destinado a funcionários e atletas da recém-fundada São Paulo Railway Athletic Club (SPRAC). 

Após 18 anos da doação, o uruguaio Nicolau Alayon, então presidente da SPRAC, decidiu pela construção do Estádio, inaugurado no dia 14 de maio de 1938. O campo é o único do Brasil a homenagear um estrangeiro: Alayon, que foi um dos mais entusiastas dirigentes do time da Água Branca. 

O Estádio foi palco de partidas de seleções que disputaram os Jogos Pan-americanos de 1963, que ocorreu na cidade de São Paulo, recebendo, por exemplo, o confronto entre Chile e Argentina, que terminou sem gols.

Atualmente, além dos jogos do Nacional, o Estádio sedia partidas de divisões inferiores do futebol paulista, além de jogos da Copa São Paulo de Futebol Júnior e de campeonatos amadores. É, também, sede da seleção brasileira de rugby.

Tombamento

Em 29 de novembro de 2017, o Estádio Nicolau Alayon teve sua arquibancada coberta e o gramado tombados pelo Conpresp. O processo corria desde 2003 e foi definido por votação no Conselho do Patrimônio Municipal, realizada em outubro. 

O principal objeto do tombamento é preservar, por meio da aplicação da lei, bens de valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental para a população, impedindo que venham a ser destruídos ou descaracterizados. 

Desde que o bem continue sendo preservado com as características que possuía na data da sua inscrição no livro do tombo, não existe qualquer impedimento para a venda, aluguel ou herança do bem tombado. 

Na decisão, o Conpresp lembrou a relevância do Estádio para memoria do futebol paulista no inicio do século XX: “O campo de futebol do Estádio Nicolau Alayon foi implantado em área vizinha à estrada de ferro da antiga São Paulo Railway e à estação Água Branca, ao contrário de grande parte dos campos e estádios paulistanos, implantados nas várzeas dos rios.” 

O Conpresp também considerou que “o Estádio integra a memória de uma tradição operária de clubes de futebol ligados a fábricas e empresas. A arquibancada coberta do Estádio Nicolau Alayon, construída em 1938, é remanescente da primeira configuração daquela praça de esportes e é exemplar da tipologia arquitetônica dos primeiros estádios implantados em São Paulo e no Brasil”, concluiu o órgão na Resolução Nº30 de 2017.

O clube 

O Nacional foi fundando em 1919 por funcionários da empresa São Paulo Railway Company, controlada por ingleses e responsável pela primeira ferrovia construída no Estado, que ligava as cidades paulistas de Santos e Jundiaí. A equipe adotou o nome de Nacional Atlético Clube, a partir da nacionalização da estrada de ferro, em 1947. 

O Nacional assumiu o carácter de clube operário, assim como acontecera com o Palestra Itália (fundado em 1914 – atual Palmeiras), Corinthians (1910) e Juventus (1924). No entanto, viu os investimentos minguarem em 1947, quando a São Paulo Railway saiu da mão dos ingleses, após 80 anos de operações nas ferrovias. 

Nos gramados, o clube vive uma boa fase e disputará a série A2 do Campeonato Paulista em 2018, junto a times tradicionais como a Portuguesa, o Guarani e o Juventus. A estreia na competição está marcada para o dia 17, às 16h, no Estádio Nicolau Alayon.

(Com Informações de Folha de SP, Nacional Atlético Clube e Conpresp)
 

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Clube Atlético Juventus reúne amor ao futebol e fé

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17 de dezembro de 2017

O Clube Atlético Juventus se tornou tão popular na cidade de São Paulo, que é impossível falar sobre o bairro da Mooca e não citar o ‘Moleque Travesso’ da rua Javari.

O Clube surgiu por inciativa de duas equipes amadoras, formadas em grande parte por imigrantes italianos, operários da fábrica de tecidos da família italiana Crespi.

Em uma capela construída na década de 1980, em sua sede social, o Clube realiza, com o apoio da Paróquia Santo Emídio, na Região Episcopal Belém, atividades pastorais em que participam sócios e membros da comunidade .

TRABALHOS PASTORAIS

A Capela do Juventus foi inaugurada em 29 de maio de 1982, está situada na sede social do Clube, e tem capacidade para acolher cerca de cem pessoas. Os trabalhos pastorais são organizados pela associada Francisca Gonçalves e o conselheiro
Edson Natale, ambos voluntários do Clube.

Todos os domingos, às 11h, os associados e convidados se reúnem para a celebração eucarística. Também são celebradas missas pela ocasião do falecimento de membros da diretoria e conselheiros, assim como em solenidades da Igreja e datas festivas para o Clube.

As celebrações são presididas pelos Padres Mario Adrianus Antonius Smolders e Paulus Dekker, ambos holandeses, que exercem trabalhos pastorais na Paróquia Santo Emídio, localizada no bairro de Vila Prudente, na zona Leste.

Aos domingos também são realizados batizados dos filhos dos associados ou membros da comunidade. A documentação é feita pela Paróquia Santo Emídio, e a celebração do Sacramento acontece na capela do Clube.

No local, também já foram celebrados casamentos e bodas. Periodicamente, a comunidade realiza a arrecadação de alimentos em prol dos Vicentinos da Paróquia São Rafael, na Mooca, também na Região Episcopal Belém.

Todas as segundas-feiras às 20h, ocorre o encontro do grupo de oração “A Terra Prometida”, que completou, em outubro, 19 anos de atividades. Os encontros são marcados pelo louvor, oração e reflexão da Palavra de Deus.

SOBRE O CLUBE

O Cotonifício Rodolfo Crespi F.C. foi fundado em 1924, fruto da fusão do Extra São Paulo F.C. e do Cavalheiro Crespi F.C., tradicionais clubes da várzea do bairro da Mooca, formados por empregados da fábrica de tecidos da família Crespi.

No dia 24 de abril de 1925, o Cavalheiro Rodolfo Crespi ofertou a essa agremiação, que tanto honrava o nome de sua fábrica no cenário esportivo, um amplo terreno situado na alameda Javry, 117, atual rua Javari, a fim de que naquele espaço fosse desenvolvida a prática do futebol.

CLUBE ATLÉTICO JUVENTUS

No dia 19 de fevereiro de 1930, numa assembleia geral extraordinária, a diretoria do Clube da Mooca resolveu mudar o nome da agremiação. Saía de cena o romântico Cotoníficio Rodolfo Crespi F.C. e surgia o Clube Atlético Juventus. A sugestão do novo nome partiu do Conde Rodolfo Crespi. As cores oficiais do Clube passam a ser grená e branco.

Em 1953, o Juventus fez uma vitoriosa excursão à Europa, realizando um total de 15 jogos contra importantes clubes. Na ocasião, a delegação do Juventus se encontrou com o Papa Pio XII, no Vaticano.

MOLEQUE TRAVESSO

Em setembro de 1930, um fato marcante entraria para história do Clube Atlético Juventus. Disputando pela primeira vez a elite do futebol profissional, o “Garoto”, como era conhecido o Juventus, surpreendeu a todos ao vencer a forte equipe corintiana em pleno Parque São Jorge, por 2 a 1.

Nascia ali a mística do “Moleque Travesso”, imortalizada nas palavras do jornalista esportivo Tomas Mazzoni, que batizou o feito do novato time da Mooca como uma travessura de um moleque que ousou vencer um gigante em seus próprios domínios.

(Com informações de Clube Atlético Juventus)

 

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Famílias unem-se pela fé na sociedade esportiva palmeiras

Capela de São Jorge faz ponte entre futebol e devoção

No São Paulo Futebol Clube também há espaço para a fé

 

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Capela de São Jorge faz ponte entre futebol e devoção

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06 de novembro de 2017

O amor de uma “nação” a um clube e a devoção a um santo são tão fortes que parecem ter nascidos juntas. Uma capela construída há 50 anos reforçou a ligação corintiana com São Jorge, o Santo do Padroeiro do Sport Club Corinthians Paulista.
Tudo começou na região em que hoje é a sede social do Corinthians, o Parque São Jorge. Antigamente, o rio Tietê formava uma baía muito parecida com a baía de São Jorge, em Beirute, no Líbano. Foi graças a essa semelhança que o local foi batizado com o nome do Santo e adquirido pelo clube em 1926.

Devoção ao Santo Guerreiro
Os imigrantes sírios e libaneses que habitavam na região cultivavam a devoção a São Jorge. Com a instalação do clube na região, os torcedores acabaram por adotar o santo como padroeiro, que já dava nome à rua. Uma fonte no terreno faz uma ligação mística com a devoção, pois, segundo tradição propagada pelas pessoas, quem bebe da água daquela bica se torna corintiano para sempre.
A Capela foi inaugurada no dia 26 de novembro de 1967, e uma imagem de São Jorge vinda da Turquia foi doada ao Corinthians em 1990, pela Ex-Presidente do Clube, Marlene Matheus. A imagem talhada em madeira foi levada por Marlene ao Vaticano, onde São João Paulo II a abençoou. Em 1994, a Capela teve sua consagração pelo então Arcebispo de São Paulo, o Cardeal Paulo Evaristo Arns.

O corintiano Dom Paulo
Entre os mais de 50 livros publicados por Dom Paulo, falecido em dezembro de 2016, está o “Corintiano Graças a Deus”, em que revela sua paixão pelo futebol, o esporte mais popular do País, e pelo clube do coração, o Corinthians.

Em um dos trechos, o livro revela como o Cardeal pediu ao Beato Paulo VI que São Jorge, Padroeiro do Corinthians, não fosse retirado do calendário oficial da liturgia. Em 1969, o então Papa reformou o calendário da celebração dos santos, e a memória de São Jorge não foi retirada; apenas passou a ser facultativa.

Trabalho Pastoral
A Arquidiocese de São Paulo mantém um trabalho pastoral na Capela do clube, coordenada pelo Diácono Permanente Wainer Fracaro, auxiliado pelo Diácono Permanente Jorge Luiz.
“O sacramento do Batismo é muito procurado na Capela. Nós temos uma média anual de 200 batizados”, afirmou o Diácono Wainer, em entrevista ao O SÃO PAULO. Além dos batizados que são realizados todos os sábados, o curso de preparação para pais e padrinhos também é oferecido no local.
Segundo o Diácono, a renovação de votos e bodas matrimoniais também são rotineiras no local, que não costuma realizar matrimônios devido à capacidade de abrigar apenas 60 pessoas.

No primeiro domingo de cada mês, ocorre a celebração da Palavra. O Diácono reiterou que há um trabalho de evangelização constante, pois poucas pessoas participam. Mesmo com a Capela sendo aberta para o público, a maioria dos frequentadores são sócios do clube que vão ao local para práticas esportivas.
Todo dia 23 de abril, o Corinthians realiza uma festa em homenagem ao Santo Padroeiro. Este ano, de modo especial, será realizada uma celebração em 26 de novembro, às 10h, comemorando os 50 anos de inauguração da Capela.

São Jorge
São Jorge nasceu em 275 na Capadócia, na Turquia. Quando jovem, entrou para o exército romano e por suas habilidades tornou-se capitão do exército e guarda pessoal do Imperador Diocleciano.
Em 302,Em 302, o Imperador publicou um decreto que mandava prender todo soldado romano que se declarasse cristão. Após ver este decreto, São Jorge declarou sua fé em Jesus Cristo. O Imperador tentou destruir sua fé, oferecendo a ele terras e muito dinheiro, mas São Jorge não aceitou abandonar a Cristo.
Mesmo diante de terríveis torturas e flagelos, São Jorge continuou se apresentando ao Imperador como cristão, então, Diocleciano mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303, em Nicomédia, na Ásia Menor.

(Com informações de Corinthians)

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Todo mundo é capaz de praticar esportes

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30 de outubro de 2017

Com o pensamento de que o esporte é um importante instrumento de inclusão, Eunice Kennedy, em 1968, realizou os primeiros jogos internacionais das “Special Olympics”, em Soldiers Field, nos Estados Unidos. Irmã do ex-presidente norte-americano John F. Kennedy, ela percebeu que sua outra irmã, Rosemary Kennedy, que tinha deficiência intelectual, apresentava ligeira melhora durante as práticas esportivas. 

Eunice, então, decidiu realizar encontros nos jardins de sua residência, chamados de “Camp Shriver”, para que pessoas com diferentes capacidades intelectuais praticassem esporte. Ela acreditava que crianças com deficiências mentais que não tinham onde jogar poderiam se beneficiar de atividades esportivas. 

Os primeiros jogos foram realizados em julho de 1968 e reuniram cerca de mil atletas dos Estados Unidos e do Canadá. Somente em 1988, as Olimpíadas Especiais – na tradução para o Português – foram oficialmente reconhecidas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). Em 2003, as Olimpíadas Especiais ocorreram pela primeira vez fora dos Estados Unidos: aproximadamente 7 mil atletas, de 150 países, participaram das 18 modalidades em disputa em Dublin, na Irlanda.

No Brasil, a Fundação Special Olympics surgiu em 2008, mas o movimento está presente desde o início dos anos 1990. Atualmente, cerca de 50 mil atletas participam dos treinamentos e competições nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Ceará, Paraná e Minas Gerais, envolvendo parcerias com dezenas de universidades de educação física e organizações, contando com mais de 800 treinadores capacitados para desenvolver pessoas com limitações intelectuais.

 

Motivação

As pessoas com deficiência intelectual foram encorajadas a participar das Olimpíadas Especiais, tendo como base uma pesquisa realizada em 1964 pelo Dr. Frank Hayden, um professor canadense e um dos fundadores dos jogos, que apontava que a atividade física ajuda a diminuir a taxa de doenças cardiovasculares e obesidade, entre outras vantagens para a saúde. Além disso, haveria benefícios emocionais e psicológicos.

As Olimpíadas Especiais acontecem a cada quatro anos, mas permanentemente os programas estão disponíveis gratuitamente em mais de 170 países, oferecendo treinamentos em 32 modalidades e competições olímpicas de verão e de inverno, para aproximadamente 4,5 milhões de atletas. A Fundação conta com 500 mil voluntários em todo mundo.
 

Encontro com o Papa

“Vocês são símbolo de um esporte que abre os olhos e o coração ao valor e à dignidade de indivíduos e de pessoas que, de outra forma, seriam objeto de preconceito e de exclusão”. Assim disse o Papa Francisco aos 350 participantes do Torneio “Unified Footbal” e do fórum promovido pela “Special Olympics”, no dia 13, no Vaticano. 

O Pontífice ainda exortou-lhes: “Não se cansem de mostrar ao mundo do esporte o vosso esforço compartilhado para construir sociedades mais fraternas, em que as pessoas possam crescer e desenvolver-se e realizar em plenitude as próprias capacidades”, afirmou, complementando que “o esporte é uma das linguagens universais que supera as diferenças culturais, sociais, religiosas e físicas, e consegue unir as pessoas, tornando-as partícipes do mesmo jogo e protagonistas, juntas, de vitórias e derrotas”. 

Ana Paula Soares, Diretora-Administrativa da Fundação Special Olympics Brasil, falou ao O SÃO PaULO
 
sobre esse encontro com o Papa. “Para nós, foi muito importante, pois mostra a todos que as pessoas com deficiência fazem parte da sociedade. Elas têm de ser aceitas, abraçadas e incluídas. Temos que enxergar essas pessoas, e o fato de o Papa abraçar essa causa é excelente, pois é mais um lutando para que as pessoas com deficiência intelectual se sintam parte da sociedade”, comentou.

(Com Informações de Special Olympics e rádio Vaticano)

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Panamá e Islândia alcançam inédita classificação para a Copa do Mundo

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22 de outubro de 2017

A seleção do Panamá disputa as eliminatórias para Copa do Mundo de Futebol desde a fase classificatória para o Mundial de 1978, mas somente no torneio de 2006 conseguiu chegar ao hexagonal final da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf). Nas eliminatórias do Mundial de 2010, os panamenhos foram eliminados na fase preliminar e nas de 2014 ficaram próximos da classificação, mas perderam a partida decisiva, de virada, para a seleção dos Estados Unidos. 

Dessa vez foi diferente. Jogando em casa, no dia 10, contra a seleção da Costa Rica, o Panamá começou perdendo, mas chegou ao empate com um “gol” de Gabriel Torres. A bola, na verdade, não foi para o fundo das redes, mas o trio de arbitragem validou como gol um lance confuso na grande área. Aos 43 minutos do segundo tempo, o zagueiro Román Torres marcou o gol da vitória e da inédita classificação panamenha para uma Copa do Mundo, um dos maiores feitos do futebol do País após as conquistas, em 2005 e 2013, dos vice-campeonatos da Copa Ouro, principal competição organizada pela Concacaf. 

Mesmo sem contar com astros nas ligas europeias, a seleção do Panamá tem um elenco experiente, comandado, desde 2014, pelo técnico Hernán Darío Gómez, que classificou o Equador para o Mundial no Brasil. 

Muitos dos jogadores sabiam que esta seria a sua última oportunidade de disputar uma Copa: Luis Tejada, 35, está há 16 anos na seleção; Gabriel Gómez, próximo dos 140 jogos pela equipe nacional, também é outro exemplo. 

A classificação ainda foi marcada pela homenagem a Amílcar Henríquez, que estreou na seleção em 2004 e, aos 33 anos, foi assassinado na porta de sua casa em abril deste ano. 

 

O pequeno país se agiganta em campo

Os 330 mil habitantes da Islândia comemoraram a classificação inédita da seleção nacional para a Copa de 2018 na Rússia, no dia 9. 

A seleção já mostrava evolução nesta década, pois chegou à repescagem europeia da Copa de 2014 e alcançou as quartas de final da Eurocopa de 2016, ao eliminar a Inglaterra na fase anterior. 

A histórica classificação para a Copa começou com o País investindo no desenvolvimento do futebol, a partir de um trabalho de formação nas categorias de base, o que resultou na campanha até a fase final do Europeu Sub-21, em 2011. 

Nas eliminatórias, a Islândia participou do equilibrado Grupo I. Apesar de alguns resultados inesperados, o grande triunfo dos islandeses foi a vitória sobre a Turquia, na penúltima rodada, por 3 a 0. Na última rodada, dependendo apenas de si, venceu a seleção do Kosovo, por 2 a 0, com gols de Gylfi Sigurdsson e Johann Gudmundsson.

(Com informações de O Globo, Placar e Uol)

 

As 23 seleções já classificadas para a Copa

Quase sempre participam

Brasil (Irá para sua 21ª Copa – única seleção a participar de todas as edições)
Alemanha (19ª vez)
Argentina (17ª vez)
México (16ª vez)
 

Boa frequência de participação

Inglaterra (15ª vez)
Espanha (15ª vez)
França (15ª vez)
Bélgica (13ª vez)
Uruguai (13ª vez)
Rússia (11ª vez)
Coreia do Sul (10ª vez)

Frequências alternadas
Portugal (7ª vez)
Colômbia (6ª vez)
Japão (6ª vez)
Nigéria (6ª vez)
Costa Rica (5ª vez)
Irã (5ª vez)


De volta a uma Copa do Mundo

Arábia Saudita (5ª vez – volta após 12 anos)
Polônia (8ª vez – volta após 12 anos)
Egito (3ª vez – volta após 28 anos)
Sérvia (12ª vez - incluindo as Copas disputadas como Iugoslávia – volta após 8 anos)
 

Estreantes

Islândia
Panamá

 

 

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Campeões e devotos da Padroeira do Brasil

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15 de outubro de 2017

Nas arquibancadas, campos, pistas e quadras não é incomum ver quem peça “a ajuda dos céus” na hora de uma competição esportiva. No Brasil, esse pedido muitas vezes vem acompanhado de alguma oração a Nossa Senhora Aparecida. Apresentamos, a seguir, algumas dessas histórias de devoção.

 

Santuário Nacional de Aparecida

A gratidão do ‘Fenômeno’ a Nossa Senhora

Superação é palavra chave na vida de Ronaldo Nazário de Souza, um dos maiores jogadores da história do futebol. Por três vezes, o ‘Fenômeno’ viu sua carreira perto do fim, mas, com muito esforço e fé, conseguiu superar os desafios.

Em 2002, a participação do jogador na Copa do Mundo era incerta, devido a lesões no joelho. Na véspera do Mundial, Ronaldo visitou o Santuário Nacional de Aparecida, onde rezou, acendeu velas e fez uma promessa para Padroeira do Brasil. O atleta foi para a Copa realizada no Japão e na Coreia do Sul e de lá voltou com a equipe pentacampeã mundial de futebol, sendo o artilheiro da competi- ção, com oito gols. De quebra, ainda foi escolhido como o melhor jogador do mundo naquele ano pela Fif

Em julho do mesmo ano, o ‘Fenômeno’ voltou ao Santuário e deixou uma peça de cera em formato de seu joelho, uma camisa autografada e a bola da Copa como forma de agradecimento. Recebeu de presente na ocasião uma réplica da imagem da Padroeira. Recentemente, o jogador esteve na Casa da Mãe Aparecida para inauguração do Museu de Cera, onde está retratado em uma das esculturas.

 

Arquivo pessoal

Campeã de atletismo carrega a devoção no sobrenome

Adriana Aparecida, esportista do atletismo, tem uma forte ligação com Nossa Senhora Aparecida e não é apenas pelo nome escolhido por sua mãe para homenagear a Padroeira do Brasil. A proximidade é também geográfica, já que a atleta nasceu e vive com a família na cidade de Cruzeiro (SP), no Vale do Paraíba, que fica a 50km de Aparecida.

Com um começo de carreira de bons resultados, Adriana fraturou o tornozelo esquerdo em 2005 e precisou realizar uma cirurgia. A fase de recuperação não estava apresentando o resultado esperado. Ela ficou dois anos afastada do esporte, sem conseguir treinar e competir, perdeu patrocinadores e enfrentou uma depressão, chegando até a pensar que sua carreira tinha acabado.

A atleta superou esse período apegada em sua devoção a Santo Antonio de Sant´Anna Galvão e a Nossa Senhora Aparecida. Ao retomar a carreira, foi medalhista de ouro nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara, no México, em 2011, e de Toronto, no Canadá, em 2015.

Após essa última conquista, a esportista, que já disputou edições dos Jogos Olímpicos, correu de sua cidade natal até o Santuário de Aparecida. Na Sala das Promessas, ela deixou itens em agradecimento pelas graças alcançadas, um deles o troféu que conquistou na Corrida de São Silvestre de 2004, além de fotos, tênis de competições e uniformes das olímpiadas que participou.

Ainda hoje, sempre que retorna de uma competição importante, ela vai ao Santuário para agradecer à Padroeira do Brasil.

 

Daniel Augusto Jr./Ag. Corinthians

Outras histórias de devotos

O atual técnico da seleção brasileira de futebol, Tite, também é um fervoroso devoto de Nossa Senhora Aparecida. Diariamente, ele realiza suas orações pedindo a intercessão de Nossa Senhora, especialmente nos dias de jogos.

Na Sala das Promessas do Santuário Nacional de Aparecida, há outros ex-votos deixados por atletas de diversas modalidades, como uma réplica do capacete e um par de luvas de Ayrton Senna, tricampeão mundial de Fórmula 1, morto em 1994. O também piloto Hélio Castroneves, da Fórmula Indy, que já foi campeão das 500 milhas de Indianápolis, trouxe em agradecimento um par de botas que está exposto no local.

 
(Colaborou: Daniel Gomes)
(Com informações dos portais G1 e A12)

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Liceu Coração de Jesus lança projeto esportivo na antiga região da Cracolândia

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24 de agosto de 2017

Sempre buscando colocar em prática os ensinamentos de Dom Bosco, o tradicional Colégio Liceu Coração de Jesus lançará no sábado, 26, das 14h às 17h, a primeira edição do “Esporte na Rua, Virando o Jogo”, realizado em parceria com a Prefeitura e a Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação de São Paulo (Seme). Visando resgatar a autoestima dos moradores dos bairros Campos Elíseos, Nova Luz e outros bairros da região central, esse projeto contará com atividades recreativas principalmente para crianças e adolescentes que circulam pela região, antigo local da Cracolândia.

Atividades como vôlei, futsal, basquete, tênis de mesa, taco de rua e badminton serão realizadas para crianças e adolescentes de 3 a 15 anos, a fim de prevenir que entrem no mundo das drogas e da violência.

Fonte: www.liceucoracaodejesus.com.br

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Muito além de 222 milhões de euros

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19 de agosto de 2017

O novo camisa 10 do Paris Saint-Germain (PSG) finalmente entrou em campo, no domingo, 13, e fez um dos gols da vitória do clube por 3 a 0 sobre o Guingamp, pela segunda rodada do Campeonato Francês.

Neymar chegou a PSG no início deste mês, após o clube pagar ao Barcelona a multa rescisória de 222 milhões de euros (aproximadamente R$ 820 milhões). A transferência mais cara de toda a história reacendeu a polêmica sobre os altos valores pagos aos astros do esporte mais popular do planeta.

Neymar custou ao PSG mais que o dobro dos 105 milhões de euros que o Manchester United, da Inglaterra, pagou à Juventus, da Itália, por Paul Pogba, em 2016, até então a negociação mais cara do futebol. O salário anual do craque brasileiro na equipe francesa será de 30 milhões de euros (o equivalente a R$ 111 milhões).

Para se ter uma ideia do que essas cifras representam, basta um simples comparativo: neste ano, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) repassou às confederaçõesque administram os esportes olímpicos no País (à exceção do futebol) um total de R$ 85 milhões – ou seja, aproximadamente R$ 26 milhões a menos que o salário de Neymar no PSG.

Quanto custa o espetáculo?

O dinheiro para a compra de Neymar tem como origem o fundo de investimentos Qatar Sports, pertencente ao mandatário do PSG desde 2011, Nasser Al-Khelaifi, que tem proximidade com o governo do Qatar. Na apresentação do jogador, Nasser demonstrou confiança de que rapidamente o investimento será recuperado.

“Hoje se pergunta se foi caro demais, mas será que em dois ou três anos se perguntará isso? Eu tenho certeza de que vamos arrecadar mais dinheiro do que gastamos. Isso traz muito poder para a gente, vai fazer crescer o clube. O valor da transferência foi incrível, mas incrível no sentido positivo. Vamos arrecadar do primeiro ao último dia”, garantiu. A grande dúvida que paira agora é se o PSG conseguirá fechar as contas após a compra de Neymar, pois, do contrário, violaria o fair play financeiro, determinação da UEFA que impede que os clubes europeus gastem mais do que arrecadam por ano. Nasser assegura que sim, mas Josep María Bartomeu, presidente do Barcelona, criticou, no dia 7, o valor da negociação. “[O Barcelona] é contra essa inflação artificial do mercado, também porque quer proteger o futebol para que ele seja sustentável. E isso ocorre porque ninguém pode gastar mais do que arrecada”, disse.

Na avaliação de Anderson Gurgel, professor de Marketing e Jornalismo Esportivo na Universidade Mackenzie, o montante pago pelo PSG por Neymar tende a aumentar os valores de negociações futuras, o que justifica a preocupação com o fair play financeiro. Para ele, porém, sob a perspectiva dos negócios do esporte, o que aconteceu não foi tão surpreendente. “A lógica do espetáculo do esporte é ficar cada vez mais espetacular e essa negociação não deixa de ser um espetáculo financeiro, nem a transição em si, por que o efeito que se busca é muito maior que a mera contratação de um jogador talentoso. Há algo simbólico em contratar um atleta desse porte e levá-lo para Paris. Há uma lógica que vai além do PSG, envolve a Liga Francesa, um interesse do Campeonato Francês no seu todo”, afirmou ao O SÃO PAULO.

Questionado pela reportagem sobre o impacto que esse tipo de negociação pode gerar nos planos de crianças e jovens futebolistas e de seus pais, Anderson apontou que tal situação tende a reforçar ilusões. “Existe um imaginário muito forte que se constrói a partir da midiatização do esporte e que cria a ideia de que o futebol é um território no qual o talento por si só é suficiente para ser um jogador famoso e rico, mas, na prática, não é assim. A maior parte dos jogadores, por mais que jogue bem, não tem esse destaque midiático e muito menos ganha tanto dinheiro assim numa profissão que é cruel e muito curta. Uma situação como essa do Neymar alimenta ainda mais esse imaginário e acaba mascarando a realidade que é a do mercado do esporte”, avaliou.

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3 vezes Ana Marcela Cunha nas águas da Hungria

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27 de julho de 2017

Ana Marcela Cunha foi o principal nome do Brasil na primeira semana do Mundial de Esportes Aquáticos, em Budapeste, na Hungria. 

Na sexta-feira, 21, a brasileira conquistou o tricampeonato mundial na prova de 25 quilômetros das Maratonas Aquáticas. Antes, ela já havia conquistado nesta edição do Mundial duas medalhas de bronze nas provas de 5 e 10 quilômetros. 

“Das três que ficaram na ponta no final, eu era a única que já tinha nadado essa distância, e sabia da dor que a gente sente no final. Essa experiência me ajudou. Tive que ter muita paciência para fazer tudo no momento certo. Então, tentei me preservar o máximo possível, gastar menos energia, porque sabia que é decidido no final. Eu amo o que faço”, afirmou Ana Marcela ao site da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), ao final da prova dos 25 quilômetros, que teve como medalhista de prata a holandesa Sharon van Rouwendaal, e como medalhista de bronze a italiana Ariana Bridi. 

No domingo, 23, a delegação brasileira conquistou outra medalha no Mundial: prata no revezamento 4x100 metros livre, com Gabriel Santos, Marcelo Chierighini, Cesar Cielo Filho e Bruno Fratus, colocando o fim a um jejum de 23 anos sem pódios do Brasil nesta prova em mundiais Na segunda-feira, 24, Nicholas Santos alcançou a medalha de prata nos 50 metros borboleta. O Mundial de Esportes Aquáticos segue até o domingo, 30.

(Com informações da CBDA)
 

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Águas nada claras para o esporte brasileiro

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11 de mai de 2017
Satiro Sodré/SSPress/CBDA

Acostumados com as operações da Polícia Federal (PF) envolvendo políticos e empresários corruptos e corruptores, os brasileiros viram as águas se escurecerem também no campo do es- porte.

Em 6 de abril, a operação Águas Claras, da PF, levou à prisão preventiva o ex-presidente da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), Coaracy Nunes; o diretor financeiro, Sérgio Ribeiro Lins de Alvarenga; e o coordenador técnico do polo aquático, Ricardo Cabral. No dia seguinte, Ricardo de Moura, coordena- dor técnico da natação, se entregou à Polícia Federal após ser considerado foragido.

Vinculada ao Comitê Olímpico do Brasil (COB), a CBDA é responsável por administrar as modalidades de natação, nado sincronizado, saltos ornamentais, maratonas aquáticas e polo aquático. As investigações apuram um possível desvio de R$ 40 milhões que foram repassados à Confederação por meio de convênios e leis de fomento ao esporte, mas que não foram destinados para os devidos fins, ou seja, custear essas modalidades no país.

 

Futuro dos esportes aquáticos

Desde que a operação da PF foi deflagrada, há preocupação com os rumos que os esportes aquáticos tomarão no país. O Troféu Maria Lenk, por exemplo, principal campeonato nacional de natação, que segue até o sábado, 6, no Rio de Janeiro, só acontecerá porque os Correios, patrocinador da Confederação há 26 anos, adiou provisoriamente a decisão que havia tomado de rescindir o patrocínio por conta dos escândalos na CBDA.

Em 18 de abril, a Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados, em mesa redonda, discutiu a reformulação administrativa da CBDA. Senso comum, e principal ponto levado na reunião, é a participação mais ativa dos atletas na Confederação.

“Nunca tivemos direito a voz. Agora chegou o momento. A gente quer mudança e tem o direito de saber quanto de dinheiro entra na Confederação”, afirmou a nadadora Joanna Maranhão, que foi uma das participantes do evento. Hugo Parisi, atleta dos saltos ornamentais, propôs soluções à atual situação da modalidade e da CBDA: “Os saltos ornamentais são um esporte pequeno. A minha proposta é que a Confederação se dívida. Nós ganharíamos autonomia”, pontuou. “Nunca crescemos porque sempre estaremos abaixo da natação, e ficamos apagados. Se dividirmos, os recursos também serão divididos, e a fiscalização e transparência serão melhores. É a chance de cada esporte tomar o seu rumo e suas decisões”, concluiu Hugo.

 

Visão dos atletas

Um dia após a Operação Águas Claras, 43 atletas dos esportes aquáticos, entre os quais os medalhistas olímpicos Cesar Cielo e Thiago Pereira, divulgaram uma carta dirigida ao presidente da República, Michel Temer, e a outras autoridades.

“Estamos acompanhando, muito chateados e atentos, o fato de nossa Confederação encontrar-se todos os dias no noticiário, mas não para trazer informações esportivas, e sim para anunciar mais um capítulo de uma disputa judicial na qual não somos parte ou sequer culpados. Queremos que as regras estatutárias sejam cumpridas sem manobras, almejamos que nossos dirigentes pensem no esporte exclusivamente, cobiçamos que os atletas e técnicos sejam respeitados, e que o dinheiro público seja corretamente empregado – visando o desenvolvimento dos desportes aquáticos”, consta em um dos trechos da carta.

Em entrevista ao O SÃO PAULO, o ex-nadador Renato Ramalho, que por 14 anos representou o Brasil em competições nacionais e internacionais, também enfatizou que “são os atletas, de fato, que amam o esporte e, portanto, os que têm mais interesse para que a CBDA esteja bem coordenada. Estão buscando modificações no estatuto e se unindo para mostrar que a Confederação é maior do que os dirigentes”.

Ainda segundo Renato, antes mesmo da operação da PF “já havia, por parte dos atletas, um descontentamento que, acredito, seja reflexo também do descontentamento político geral vivido no Brasil”. Apesar de todo esse cenário, ele está otimista. “O que está acontecendo é bom, apesar de ser triste. Ricardo Prado assumiu o cargo de coordenador geral de esportes da CBDA. Ele tem uma capacidade excepcional. Tem vivência esportiva, já foi o melhor do mundo e passou pelo comitê dos Jogos Olímpicos de 2016, com amplo conhecimento nas modalidades aquáticas. O que está acontecendo nos dá a oportunidade de renascer como uma fênix”, concluiu.

(Com informações do portal UOL, G1 e Globoesporte.com e CBDA)

 

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