Comitiva da Fundação Niwano visita túmulo de Dom Paulo Evaristo

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11 de outubro de 2017

Em passagem por São Paulo, uma comitiva da Fundação Niwano pela Paz do Japão visitou a cripta da Catedral da Sé, na terça-feira, 10, onde rezou em frente ao túmulo de Dom Paulo Evaristo Arns, Arcebispo de São Paulo entre 1970 e 1998, morte em dezembro do ano passado.

A Comitiva foi recebida pelo Cura da Catedral, Padre Luiz Eduardo Baronto, que apresentou a cripta e contou-lhes a história da Catedral Metropolitana de São Paulo.

Entre os presentes na visita estavam o senhor Munehiro Niwano, Diretor-Presidente da Fundação Niwano pela Paz do Japão; o Padre Kazuyoshi Nakahara, responsável pela Fundação Niwano no Brasil; e a senhora Maria Hiromi Sassaki. 

Em 1994, Dom Paulo Evaristo Arns recebeu a 11ª edição do Prêmio Niwano da Paz. Com o valor em dinheiro da premiação, Dom Paulo construiu a Casa de Oração do Povo da Rua, no bairro da Luz, que ainda hoje acolhe as pessoas em situação de rua.

 

(Com informações de Wagner Ponciano/Catedral da Sé)

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Missa solene marca os 63 anos de dedicação da Catedral da sé

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06 de setembro de 2017

Por ocasião da solenidade litúrgica dos 63 anos da dedicação da Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Assunção, a Catedral da Sé, o Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo de São Paulo, presidiu missa na Igreja-Mãe da Arquidiocese, na terça-feira, 5, às 12h, tendo entre os concelebrantes o Padre Luiz Eduardo Baronto, Cura da Catedral da Sé.

Dom Odilo, na homilia, afirmou ser aquele dia muito importante para a Arquidiocese de São Paulo, em especial para a Catedral da Sé. “Após ter sido construída, foi dedicada, consagrada, ao ponto de ser lugar de Deus no meio de nós, ser também lugar da família de Deus na comunidade da Igreja. A Catedral é a Igreja-Mãe, a partir da qual se irradia para toda a Arquidiocese a ação da Igreja, a evangelização, mas também a ação sacramental, a ação da caridade”, afirmou.

O Arcebispo ressaltou, ainda, que Cristo é a rocha inabalável que sustenta a Igreja e todos os fiéis são as pedras vivas que fazem parte da edificação do templo de Deus. “Nossas igrejas são imagens, sinal verdadeiro do Templo, daquele que habita o Templo, que é Deus, que é Jesus Cristo Salvador. É a quem nós procuramos quando entramos na igreja e entramos no templo”, comentou o Arcebispo. 

Dom Odilo afirmou, também, que as igrejas devem ajudar a todos a perceberem que Deus habita a cidade de São Paulo. “Por isso, o aniversário de dedicação da Catedral, como também das outras igrejas, sempre nos recorda essa verdade: nós devemos ser sinal de Deus no meio da cidade. Devemos ser de maneira eloquente. Deus é bonito, Deus é bom, Deus é amor, Deus traz o que é bom para a humanidade, para a cidade. Nós devemos ter Deus como referência para os nossos momentos de dor, de busca, e Deus também deve ser reconhecido como referência para os momentos da misericórdia, do perdão, da reconciliação e da caridade”, disse.

 

História

A Catedral da Sé foi inaugurada em 25 de janeiro de 1954, no dia da comemoração do IV centenário de fundação da cidade de São Paulo, e solenemente dedicada em 5 de setembro daquele ano, durante o I Congresso Nacional da Padroeira do Brasil, realizado na Capital Paulista e em Aparecida (SP). A dedicação foi feita pelo Cardeal Adeodato Givanni Piazza, enviado pontifício para o Congresso da Padroeira.

A construção do templo, porém, começou bem antes. Em 1912, a pedra fundamental da Catedral da Sé foi colocada por Dom Duarte Leopoldo e Silva, então Arcebispo Metropolitano. A inauguração deveria acontecer em 1922, mas a falta de verbas e a as duas guerras mundiais dificultaram as importações dos materiais de construção.

A Catedral da Sé tem 111 metros de comprimento, 46 metros de largura e 65 metros de altura (com exceção das torres). O estilo neogótico do templo é considerado peculiar, devido ao ecletismo de seus estilos arquitetônicos. Nas colunas alçadas a 70 metros de altura, encontram-se elementos típicos da fauna e da flora de brasileiras, como ramos de café, o tamanduá-bandeira, o tatu- bola e a coruja, que contrastam com grandes personagens do século XX, da história da Catedral e da história universal.

(Colaborou: Júlia Cabral)
 

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‘Os catequistas são aqueles que estão mais próximos de Jesus’

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01 de setembro de 2017

Maria do Rosário Dias Portela, 74, é catequista há mais de 24 anos na cidade de São Paulo e participou da celebração no sábado, 26, às 16h, na Catedral da Sé. Junto a ela, muitos catequistas da Arquidiocese de São Paulo reuniram-se para a missa presidida pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano.

Na homilia, Dom Odilo falou sobre as novas realidades e o desafio da formação contínua dos catequistas. “Que todas as crianças e adolescentes tenham a oportunidade de participar da Catequese. Assim, a Catequese deve ser a atividade principal das paróquias, com o maior número possível de pessoas envolvidas. A Catequese bem organizada é garantia de grande parte do processo de evangelização da Igreja”.

Ele falou também que, se a Catequese não vai bem, a evangelização não vai bem, e isso é preocupante. “É nosso primeiro dever promover a Catequese. E ela envolve conhecer e praticar a fé e a liturgia. Uma boa iniciação à vida cristã envolve também a oração”, continuou Dom Odilo. O Arcebispo insistiu, ainda, na importância de a Catequese falar sobre as práticas das virtudes cristãs, tanto as teologais - a fé, a esperança e a caridade - quanto as demais virtudes que são descritas no Evangelho, como a honestidade, tão importante na sociedade hoje.

A partir da sua experiência, a catequista Maria do Rosário afirmou que para ser catequista é preciso estar apaixonada por Jesus. “As crianças percebem quando estamos sendo verdadeiros, porque, diante de um mundo contraditório, só o amor é capaz de sustentar a vocação do catequista. Em segundo lugar, é preciso ler e estudar muito e também gostar das crianças e das suas famílias”, disse.

Maria do Carmo Guimarães, da Paróquia Imaculada Conceição, da Região Episcopal Sé, é catequista há 40 anos e contou à reportagem que, sempre após os encontros de Catequese, catequistas, crianças e seus familiares participam juntos da celebração eucarística.
 

Pesquisa

Dom José Roberto Fortes Palau, Bispo Auxiliar da Arquidiocese e Referencial da Pastoral da Animação BíblicoCatequética, concelebrou a missa e pediu a todos que colaborem com a pesquisa que será realizada ainda neste segundo semestre. “A Comissão pretende realizar uma pesquisa interna, para saber quantos catequistas e catequizandos participam da Catequese na Arquidiocese de São Paulo, bem como o material que é utilizado em cada uma das paróquias e comunidades”, explicou.

Padre Marcelo Delcin, Assessor Eclesiástico Pastoral da Animação BíblicoCatequética, afirmou, por sua vez, que “a Arquidiocese de São Paulo procura se adequar àquilo que é a proposta da Igreja. Precisamos incentivar o surgimento de novos catequistas e, assim, ajudar a preparar cristãos para viveram na Igreja e 
no mundo, em seus diferentes trabalhos”.

Ele falou, também, sobre as escolas catequéticas nas regiões episcopais e o processo de renovação na formação de catequistas, que começou na Região Episcopal Sé e irá se estender a toda a Arquidiocese.

Dom Odilo agradeceu aos catequistas e encorajou-os a continuarem firmes em sua missão. “Os catequistas são aqueles que estão mais próximos de Jesus, como seus apóstolos”, salientou o Cardeal.

(Colaborou: Jenniffer Silva)

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Missa na Catedral marca o Dia da Vocação Catequética

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28 de agosto de 2017

No sábado, 26, catequistas de diversas paróquias da Arquidiocese de São Paulo reuniram-se na Catedral da Sé para celebrar o Dia da Vocação Catequética. A missa foi presidida pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, e concelebrada por Dom José Roberto Fortes Palau, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Ipiranga.

No início da celebração, o Cardeal Scherer destacou que o catequista é a pedra firme no Reino. Durante a procissão de entrada, a Paróquia Imaculada Conceição, da Região Episcopal Sé, levou ao altar símbolos da vida cristã: cruz, incenso, lecionário, o Catecismo da Igreja Católica e imagem de Nossa Senhora Aparecida, em alusão ao Ano Mariano Nacional.

O Cardeal, na homilia, falou sobre o valor da Catequese para a Igreja e do atual momento propício para refletir sobre a iniciação à vida cristã. Destacou, ainda, a necessidade da formação contínua dos catequistas e de que estejam receptivos para novos desafios. “Eu imagino que estão todos empenhados em suas paróquias, suas comunidades e procurando desempenhar bem este serviço, esse mistério tão importante na Igreja”, afirmou.

Antes do término da missa, Dom José Roberto Fortes Palau anunciou as novas propostas para a Catequese pensadas para o sínodo arquidiocesano, começando por um mapeamento nas paróquias para saber a quantidade de catequistas e catequizandos em São Paulo.

(Colaborou: Jenniffer Silva)

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Missa na Catedral da Sé destaca a Vida Religiosa Consagrada

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20 de agosto de 2017

No sábado, 19, às 15h, os membros dos diferentes institutos de vida religiosa consagrada da Arquidiocese de São Paulo reuniram-se na Catedral da Sé para celebrar a Eucaristia e o Dia da Vida Religiosa Consagrada.

O Dia da Vida Religiosa Consagrada, comemorado anualmente no terceiro domingo do mês de agosto pela Igreja no Brasil, é uma oportunidade de agradecer a Deus pelos carismas despertados por Ele na Igreja e também para rezar pedindo que o Dono da Messe suscite novas vocações para o serviço ao povo de Deus. 

Na Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, a missa foi presidida pelo Cardeal Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano, e concelebrada por Dom Sergio de Deus Borges, Bispo Auxiliar da Arquidiocese na Região Santana e Referencial para a Vida Religiosa Consagrada, e por outros religiosos de diferentes institutos.

No início da Celebração, Dom Sergio saudou a todos e frisou a missão dos bispos de acompanhar os religiosos e religiosas e incentivá-los em suas missões específicas. 

Também no início da missa, Dom Odilo recordou, de maneira especial, os religiosos que estão doentes e aqueles que vivem situações difíceis e passam por diferentes tipos de perseguições pelo mundo.

Na homilia, o Cardeal rezou para “que o Espírito de Deus suscite novas vocações e que ele ilumine, oriente e guie as novas formas de vida religiosa que surgem na Igreja, como surgiram no passado”. O Arcebispo falou ainda sobre o Ano Mariano Nacional e como Maria é exemplo para os cristãos, em especial para os religiosos. Ela foi aquela alguém que “ouviu a Palavra de Deus e a pôs em prática”, assim como sugeriu a liturgia do dia.

“A felicidade de Maria pode ser felicidade para todos, pois todos os que ouvem a Palavra de Deus e a põe em prática, cumprem a vontade de Deus, como Maria o fez. A missão da Vida Consagrada é a missão da própria Igreja de comunicar à comunidade dos consagrados a esperança”, continuou Dom Odilo.

No fim da missa, Padre Rubens Pedro Cabral, coordenador da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) - Regional São Paulo - anunciou que a Assembleia da CRB será realizada no dia 3 de setembro, em Aparecida (SP). Ele lembrou ainda que a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida será levada a todas as comunidades religiosas de São Paulo e lembrou aos religiosos a importância de participarem ativamente das atividades do sínodo arquidiocesano, que terá início ainda este ano.

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23 de agosto de 2017

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23 de junho de 2017

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Catedral da Sé receberá a ‘Sinfonia dos Dois Mundos’

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22 de junho de 2017

Tradicional espaço da religiosidade católica em São Paulo, a Catedral da Sé, igreja mãe da Arquidiocese de São Paulo, será palco no domingo, 25, às 15h30, da apresentação da “Sinfonia dos Dois Mundos”, pelo Coro Luther King e a Camerata Paulistana.

A “Sinfonia dos Dois Mundos” tem texto de Dom Helder Câmara (1909-1999) e foi musicada pelo padre suíço Pierre Kaelin, nos anos 1960. Dom Helder foi arcebispo de Olinda e Recife, entre 1964 e 1985, e um dos fundadores da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

A sinfonia para orquestra, solistas e coro foi concebida durante o Concílio Ecumênico Vaticano II, em 1962, e teve a primeira apresentação na década de 1970, no exterior. Apenas em 1985 seria apresentada no Brasil, em concertos nas cidades de João Pessoa (PB) e Recife (PB).

A apresentação gratuita na Catedral da Sé com o Coro Luther King e a Camerata Paulistana contará com os solistas Fabiana Cozza (contralto) e Jean William (tenor); com o ator Celso Frateschi. A regência e direção artística será do Maestro Martinho Lutero Galati.

A apresentação tem o apoio da Sabesp.

 

SERVIÇO

“Sinfonia dos Dois Mundos”

Catedral da Sé

Domingo, 25 de junho, 15h30

Gratuito

Informações: (11) 3107-6832

Saiba mais em: https://www.facebook.com/corolutherking

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